quinta-feira, 17 de dezembro de 2009
"Querido diário..." [pt.1]
segunda-feira, 10 de agosto de 2009
Curva de Possibilidades
sábado, 8 de agosto de 2009
Fazendo as malas
quarta-feira, 5 de agosto de 2009
Tonight, tonight.
"When the world is going down and you cannot hide yourself, I'll be here And the things are getting worse and the doors starts to close, I'll be here I swear I'll protect you. I swear, nobody will make you cry Cus that nigth i'll be urs for the rest of my life I swear, I'll protect you. I swear nobody will make you cry Cus I'll be here to protect you And the things are getting worse and the doors starts to close, I'll be here for you."
Vivendo entre o céu e o inferno nos ultimos dias, mas hoje, sem sombra de dúvidas, foi a maior de todas as batalhas. Com fé em ação, não há como não dar certo. Com o amor dele na minha vida, não há como pensar em desistir. No matter the trial...
terça-feira, 4 de agosto de 2009
É tão fácil achar palavras estúpidas, que dóem, pra dizer na hora da raiva... Mas parece que todo o meu vocabulário some ao tentar te escrever coisas bonitas, ou até mesmo um pedido de desculpas. Sempre foi assim. Desde que você entrou na minha vida, nunca, nenhuma palavra foi suficiente pra descrever o que eu sinto. São inválidas, são nada. "AMOR" é linda, mas essas míseras quatro letras são incomparáveis com a grandeza do MEU amor por ti. "PERDÃO" é linda de se dizer, mas a angústia e o sofrimento de quem espera ouví-la, não cabem nessas seis letras. Talvez depois dos céus, lá no alto do universo, o infinito entenda a imensidão do que eu sinto. "L is for the way you look at me
O is for the only one I see
V is very, very extraordinary
E is even more than anyone that you adore can"
sexta-feira, 17 de julho de 2009
Clarice Lispector.
quinta-feira, 2 de julho de 2009
Como um soro pra mim.
"Perdi vinte em vinte e nove amizadesPor conta de uma pedra em minhas mãos
Me embriaguei morrendo vinte e nove vezes
Estou aprendendo a viver sem você
Já que você não me quer mais
Passei vinte e nove meses num navio
E vinte e nove dias na prisão
E aos vinte e nove, com o retorno de Saturno
Decidi começar a viver.
Quando você deixou de me amar
Aprendi a perdoar
E a pedir perdão.
(E vinte e nove anjos me saudaram
E tive vinte e nove amigos outra vez)."
terça-feira, 9 de junho de 2009
sexta-feira, 5 de junho de 2009
Orgulho ou Felicidade? Os dois.
Tenho saudade de muita coisa que ficou lá. Meus amigos, minha mãe e meu irmão, meu pai e o meu priminho que estão em Cuiabá. Meu quarto com as paredes cobertas por recortes de revistas - que eu levei uns 3 anos pra arrumar- ficou pronto pouco antes de eu partir. Levo comigo cada pedacinho dessas lembranças, cada fotografia daqueles recortes que enfeitam a parede, cada momento perfeito que eu passei com os meus amigos, cada segundo que eu estive ao lado da minha mãe (de quem eu sint tanta falta).
Hoje tenho muito orgulho de mim mesma. Um orgulho que talvez apenas eu mesma sinta, pois só eu sei o quando sonhei conquistar tudo isso. Realizei os meus sonhos, alcancei os meus objetivos sem precisar passar por cima de ninguém, e saber disso me faz cada dia mais forte. Hoje eu sei que tudo está só começando, cada dia é uma novo capítulo da minha história. E pra quem duvidou de mim, eu sorrio, e lhes mostro a felicidade estampada na minha cara.
o motivo da minha força...
quarta-feira, 27 de maio de 2009
Capa de CD?
Bem, o que vale é a intenção né...Pra você que também não tem que fazer da vida, experimente:
1) acesse http://en.wikipedia.org/wiki/Special:Random - o título da primeira página aleatória que aparecer será o nome da sua banda.
2) vá pra http://www.quotationspage.com/random.php3 - as últimas quatro palavras da última frase da página formarão o título do seu disco.
3) acessehttp://www.flickr.com/explore/interesting/7days/ - a terceira foto, não importa qual seja, será a capa do seu disco.
sábado, 23 de maio de 2009
Changes, changes, changes...
sexta-feira, 15 de maio de 2009
Respostas
" Enviada: segunda-feira, 25 de junho de 2007 10:48:12
Para: vanesset_
Oi Vanessa, é um prazer ajudá-la - se é que posso fazê-lo. Pena você não ter gostado das duas crônicas em questão "Igual a todos" e "Saudades de Paris". Gosto muito de ambas. A prmeira, inclusive, foi elogiadíssima pelos meus leitores que, como eu, adoram o Chico Buaque. E a segunda, minha cara, quando você conhecer Paris (e espero que você conheça mesmo!) vai entender o que eu disse. Mas o que se deve compreender em relação à crônica é que ela, além de literatura, é um modo de fazer ficção muito prazeiroso porque fala de sentimentos, emoções e do dia a dia de todos nós. A identificação da crônica com o leitor é quase imediata. Claro que tudo isto tem a ver com o universo de cada leitor. Como você mesma disse, as duas crônicas em questão (e talvez você vá encontrar outras da mesma forma) talvez não tenham agradado você porque não fazem parte, ainda, do seu estilo de vida. Aos 16 anos suas preocupações são bem diferentes do que as de uma mulher de 50, como eu. Então é natural que você não se identifque com alguns temas abordados. A crônica, ao meu ver, tem o mérito de iniciar as pessoas no prazer da leitura. Por ser um texto curto, objetivo, ela atrai leitores. Não sei se você sabe mas os mineiros são famosos por escrever crônicas. Em todos os jornais de Minas existem dois ou três cronistas diários. Pena que Mato Grosso do Sul não tem esta tradição. Agora que estou morando em Brasília não estou mais escrevendo. É uma pena. Mas não vou aqui "traduzir" o conteúdos dos meus textos pra você, minha querida. Isto é algo que você tem que fazer sozinha. E sabe por quê? Porque depende de você achar os seus elementos. Cada um vai sentir de uma forma. E é muito importante que você descubra a sua. È igual uma obra de arte: cada pessoa vai sentir, e pensar, algo diferente, único. Não existe uma bula, um modo de usar para a crônica. Ela emociona, toca você, ou não. É simples assim. Aliás, o maior mérito da crônica é exatamente sua simplicidade. Espero que tenha ajudado você de alguma forma. Continue lendo. E boa sorte!Abraço, Thereza Hilcar."
Em partes, ela tem razão. Ainda não visitei Paris para entender melhor o poemo homônimo, mas acho que nem preciso. Também não tenho 50 anos para entender as angústias em que ela vive. Tenho 18, mas as escolhas que faço todos os dias me fazem chegar bem perto de entendê-la. Tudo bem que só dois anos se passaram, mas vendo isso, é notável o quanto uma pessoa pode mudar em tão pouco tempo.
Não vim aqui para falar de mim ou das minhas mudanças. Apenas para mostrar o e-mail que recebi de Hilcar, e o quanto ela foi carinhosa (e sarcástica) ao responder um e-mail com tantas baboseiras que enviei à ela. Mas acredito que de pouco em pouco eu estou descobrindo os "elementos" dos quais ela se referiu. Obrigada, Thereza.
terça-feira, 12 de maio de 2009
Com carinho, à melhor mulher do mundo.
Mãe, esse é o meu primeiro Dia das Mães que eu passo longe de você. Hoje não teve abraço ao acordar, não teve presente do lado do seu travesseiro, não teve aquelas comidas especiais feitas nesse dia. Quando eu acordei hoje mãe, eu não vi o seu sorriso e nem ouvi a senhora brigar comigo por deixar a cama bagunçada. Eu não pude te dar um abraço forte, nem um beijo carinhoso.
Hoje mãe, durante todo o meu dia, eu senti meu coração doer mais do que quando a gente teve que se despedir na rodoviária. Ele continua me dando pontadas, como se quisesse mostrar pra mim o quanto eu deveria ter te respeitado mais, te ouvido mais, ter te abraçado mais, ter feito mais carinho, ter perguntado sobre o seu dia e te ajudar quando a senhora chegava cansada do trabalho.
Hoje mãe, essa dor que eu sinto me mostrou o quando você é única, essencial, especial e perfeita pra mim. Essa dor me fez ver que a senhora é insubstituível, e que nada nem ninguém nesse mundo pode me dar o amor que a senhora sempre me deu.
Mãe, sei que em muitos momentos eu errei com você. Nem precisaria te pedir perdão, porque o seu coração é tão bondoso, que me ama mesmo eu sendo toda errada.
As lágrimas que rolam no meu rosto agora mãe, são pra dizer o quanto eu sinto a sua falta, não só nesse dia especial, mas em todos os outros que se passaram sem estar ao seu lado. E são também pra agradecer por toda a dedicação que a senhora teve comigo durante toda a minha vida, todo o cuidado e todo o amor que a senhora me deu. As escolhas que eu fiz pra minha vida fazem de mim já uma mulher, mas me sinto tão criança chorando desse jeito mãe... Mas como você mesma me ensinou, nem tudo é fácil na vida.Você é uma mulher forte, guerreira, dedicada. É um exemplo de mulher de Deus. E é um exemplo pra mim também.
Você é o meu espelho mãezinha.
E agora mãe, pra me despedir, peço que Deus ilumine todos os dias os seus passos, cuide de ti e conforte o seu coração, pois eu sei que as coisas não tem sido fáceis pra nós. Que Deus a abençõe abundantemente, te dê forças para continuar a caminhar sob os passos Dele e que sejas infinitamente mais feliz.Obrigada por ter me colodado no mundo mãe, obrigada por me ensinar os valores preciosos da vida. Enfim, obrigada simplismente por ter sido a minha MÃE. Eu te amo e sinto demais a sua falta.
Você é a razão da minha vida, mãezinha.
Sua filha, Vanessa Samara Freitas Bezerra.
Sei que essa carta vai chegar atrasada pra ela, mas acho que se eu não escrevesse no próprio dia das mães, não seria escrita com toda a emoção que eu senti enquanto a fazia. Hoje a minha mãe faz uma falta irremediável, falta esta que eu não tinha noção que sentiria, e isso me faz ver o quanto eu deveria ter dado o infinito valor à ela enquanto estivemos lado a lado. Só peço a Deus que nosso amor aumente a cada dia, e que em breve possamos viver juntas novamente. Mãezinha, você é a razão da minha vida. E eu repito isso com todo o orgulho que uma filha pode sentir.
segunda-feira, 4 de maio de 2009
Broxante.
Por favor, quem souber de códigos que possam deixar meus intervalos mais alegres, avisem!
terça-feira, 28 de abril de 2009
(Acho que) voltei!
Histórias Modernas.
- E aí, véio?
- Beleza, cara?
- Ah, mais ou menos. Ando meio chateado com algumas coisas.
- Quer conversar sobre isso?
- É a minha mãe. Sei lá, ela anda falando umas coisas estranhas, me botando um terror, sabe?
- Como assim?
- Por exemplo: há alguns dias, antes de dormir, ela veio com um papo doidoaí. Mandou eu dormir logo senão uma tal de Cuca ia vir me pegar. Mas eu nemsei quem é essa Cuca, pô. O que eu fiz pra essa mina querer me pegar? Você meconhece desde que eu nasci, já me viu mexer com alguém?
- Nunca.
- Pois é. Mas o pior veio depois. O papo doido continuou. Minha mãe disse quequando a tal da Cuca viesse, eu ia estar sozinho, porque meu pai tinha ido pra roça e minha mãe passear. Mas tipo, o que meu pai foi fazer na roça? E mais: como minha mãe foi passear se eu tava vendo ela ali na minha frente? Será que eu sou adotado, cara?
- Sabe a sua vizinha ali da casa amarela? Minha mãe diz que ela tem uma hortinha no fundo do quintal. Planta vários legumes. Será que sua mãe não quis dizer que seu pai deu um pulo por lá?
- Hmmmm. pode ser. Mas o que será que ele foi fazer lá? VIXE! Será que meupai tem um caso com a vizinha?
- Como assim, véio?
- Pô, ela deixou bem claro que a minha mãe tinha ido passear. Então ela não é minha mãe. Se meu pai foi na casa da vizinha, vai ver eles dois tão de caso. Ele passou lá, pegou ela e os dois foram passear. É isso, cara. Eu sou filho da vizinha. Só pode!
- Calma, maninho. Você tá nervoso e não pode tirar conclusões precipitadas.
- Sei lá. Por um lado pode até ser melhor assim, viu? Fiquei sabendo de umas coisas estranhas sobre a minha mãe.
- Tipo o quê?
- Ela me contou um dia desses pegou um pau e atirou em um gato. Assim, do nada. Pura maldade, meu! Vê se isso é coisa que se faça com o bichano!
- Caramba! Mas por que ela fez isso?
- Pra matar o gato. Pura maldade mesmo. Mas parece que o gato não morreu.
- Ainda bem. Pô, sua mãe é perturbada, cara.
- E sabe a Francisca ali da esquina?
- A Dona Chica? Sei sim.
- Parece que ela tava junto na hora e não fez nada. Só ficou lá, paradona,admirada vendo o gato berrar de dor.
- Putz grila. Esses adultos às vezes fazem cada coisa que não dá pra entender.
- Pois é. Vai ver é até melhor ela não ser minha mãe, né? Ela me contou isso na boa, cantando, sabe? Como se estivesse feliz por ter feito essa selvageria. Um absurdo. E eu percebo também que ela não gosta muito de mim. Esses dias ela ficou tentando me assustar, fazendo um monte de careta. Eu não achei legal, né. Aí ela começou a falar que ia chamar um boi com cara preta pra me levar embora.
- Nossa, véio. Com certeza ela não é sua mãe. Nunca que uma mãe ia fazer isso com o filho.
- Mas é ruim saber que o casamento deles é essa zona, né? Que meu pai sai coma vizinha e tal. Apesar que eu acho que ele também leva uns chifres, sabe? Um dia ela me contou que lá no bosque do final da rua mora um cara, que eu imagino que deva ser muito bonitão, porque ela chama ele de ‘Anjo’. E ela disse que o tal do Anjo roubou o coração dela. Ela até falou um dia que se fosse a dona da rua, mandava colocar ladrilho em tudo, só pra ele pode passar desfilando e tal.
- Nossa, que casamento bagunçado esse. Era melhor separar logo.
- É. Só sei que tô cansado desses papos doidos dela, sabe? Às vezes ela fala algumas coisas sem sentido nenhum. Ontem mesmo veio me falar que a vizinha cria perereca em gaiola, cara. Vê se pode? Só tem louco nessa rua.
- Ixi, cara. Mas a vizinha não é sua mãe?
- Putz, é mesmo! Tô ferrado de qualquer jeito.
domingo, 18 de janeiro de 2009
We always got what we want.
Eu e o meu namorado somos muito diferentes. Ele é do mosh e eu gosto de ballet. Ele ouve death metal e eu ouço Los Hermanos. Ele é anti-social e eu não fico longe de pessoas. Ele faz gastronomia, eu sempre queimo o meu arroz. Ele é vocalista, e a gente sempre ri quando eu começo a cantar. Ele gosta de preto e diz que eu sou quase uma Madame Mim. Ele assiste filme de terror, eu sempre choro vendo romance. Ele detesta ir ao shopping, tirar fotos e comer salada. Eu não gosto de desenho, de pimenta e não sei nem jogar The Duel.Mas a gente adora ver filme juntos, fazer lanche e até fazer compras. A gente adora jogar video-game e tomar sorvete. Eu adoro quando ele se empolga ouvindo musica, mas não saio de perto nem se ele ouve Lamb of God. Ele me leva pra ir nos lugares que eu gosto, mesmo sendo show de banda que ele detesta. Em um ano de namoro nunca brigamos por causa das nossas diferenças; elas só nos unem cada dia mais. A força do amor que eu sinto é o motivo pra sempre conseguir o que eu quero.
segunda-feira, 12 de janeiro de 2009
Preciosidade


