Eu me irrito quando as pessoas não me entendem; o que não é raro. Mas o que há de se fazer, se em meio a tantas afirmações e auto-afirmações, nem eu me entendo? Eu sou um mistério, e por um breve momento, eu sou um pedaço de Lispector. Não apenas na falsa coincidência das palavras, mas também, no coração palpitante de uma pessoa em busca constante de respostas. A pergunta não some. O que há de se fazer? Manter a calma? A razão diz que não, mas o amor sempre me mantém no chão. (pelo menos é o que eu acho).
domingo, 19 de outubro de 2008
Assinar:
Postar comentários (Atom)



0 comentários:
Postar um comentário